Mais um Domingo, mais um texto! E neste caso mais um em forma de verso. Apresentamos um autor que se auto-denomina o «poeta de prateleira». Apreciem!
obsoleta (2012)
ideia que esperneia
nem me dou ao trabalho
de te querer, de te ver
de te dar agasalho
deito fora e agora
devolvida ao baralho
obsoleta ideia e deitei-a
sob tão denso orvalho
não te ver, nem te querer
à espera de um atalho
agora que foste embora
fico a cair onde falho
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